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Um ano de gestão Mourinha PDF Imprimir e-mail
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A gestão um pouco autocrática e distante de Alberto Fateixa aliada ao colapso da CDU, permitiu a Luis Mourinha capitalizar um voto popular ansioso por um salvador.
A sua vitória deveu-se a essa desconfiança para com os partidos tradicionais do concelho e às promessas descomprometidas de mudança… para melhor.

A “aquisição”, sem validação democrática e nas urnas, de mais uma vereadora, dá ao actual executivo maioria absoluta. Ganhou assim na “secretaria” o que não conseguiu no “terreno de jogo” já que os resultados eleitorais deram ao PS e ao MIETZ o mesmo número de vereadores.
Mas após um ano de mandato tudo se esfuma…


Antes de acabar o ano, o Arquitecto Bouça faz uma série de acusações: permissividade face ao excesso de edificação, falta de espaços públicos nos loteamentos edificados (pergunta mesmo para onde foi o dinheiro indexado), favores pessoais, etc, nada disto foi desmentido… Em Janeiro deste ano começou a telenovela da água. Pelas razões erradas, Luis Mourinha começa a pensar em rescindir (renegociar, dizia ele) o contrato com as Águas de Portugal. Com um passado demasiadamente recente de ligação a uma empresa espanhola com interesses no sector da distribuição, concluído em Fevereiro, ainda não abriu; os trabalhadores ficaram sem a jornada contínua apesar de terem manifestado maioritariamente posição diferente; o Museu da Alfaia foi abandonado não se sabendo o que vai acontecer ao espólio e nada se sabendo também quanto à futura utilização do edifício… A compra de imóveis continua com um saborzinho a ilegalidade e utilidade duvidosa. A LACE de Evoramonte vê os seus subsídios cortados porque o Presidente decidiu retaliar contra o director dessa associação. Isto só se via no tempo do fascismo… O endividamento cresce sem cessar. Centenas de pessoas vivem em Estremoz em condições sub-humanas: sem água, sem esgotos, sem electricidade. Mas embora haja estremocenses a viver nestas condições, a prioridade passou a ser … a praça de touros, pois claro. O património edificado degrada-se cada vez mais. O edifício do Largo Espírito Santo (monumento às casas degradadas) outrora exemplo para o MIETZ, é hoje olimpicamente ignorado pelo poder municipal. Estremoz é uma cidade mal tratada. Concordo com uma medida recentemente tomada pelo executivo: a aplicação da derrama sobre os lucros das empresas do concelho. Pena é que este dinheiro seja tão mal gasto… Luis Mariano
 
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